Frases de Paulo Francis


Pesquisando Paulo Francis

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 001  Foram americanos e judeus que popularizaram Copacabana, que inventaram a 'princesinha do mar', publicitariamente. Os poucos judeus que o governo admitiu (exigindo fiança de 400 contos, uma fortuna) se estabeleceram no Leme, produzindo o trocadilho infame, Jerusaleme. E os americanos celebrizaram o lugar.

 002  Fiz tudo, errado ou certo, na hora certa.

 003  Escrevo frio como um pepino. Prefiro assim, ou já me habituei?

 004  Quem sou e o que sou? A brasilidade, já disse, me ocupa, coexiste com o resto de mim, que é apátrida. Não acredito em nacionalismo e em nação como valor de qualquer espécie. Nação é, quando muito, uma concentração tribal e cultural, intrinsecamente reacionária, porque pressupõe, ainda que em aspiração frustrada, superioridade de um povo sobre outro, o que é o caminho certo da exploração e tirania. E deixou de fazer sentido quando é óbvio que a economia se tornou multinacional e interdependente, irrevogavelmente. Na melhor das hipóteses, é defesa do fraco, mas que aspira, se possível, a subjugar o forte que o oprime. A História tem se resumido nisso, na prática. Prefiro moralmente o transnacionalismo da Igreja católica e da internacional socialista que, ao menos, em teoria, visa à fraternidade universal.

 005  Dizem que ofendo as pessoas. É um erro. Trato as pessoas como adultas. Critico-as. É tão incomum isso na nossa imprensa que as pessoas acham que é ofensa. Crítica não é raiva. É crítica.

 006  O segredo-chave da minha personalidade é que sou uma pessoa de poucas raivas e rancores. Eu mais me divirto com a loucura humana do que me irrito, os inteligentes percebem.

 007  Eu só começei a me interessar por coisas brasileiras depois do choque de uma viagem ao Norte e Nordeste. Fiquei boquiaberto com a miséria.
Entrevista (1980) à Revista Isto É


 008  Michael Jackson não sabe dançar. Pula. Parece uma ratazana anoréxica que saiu da sarjeta em noite de lua.
Entrevista (1985) à Revista Época


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